segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Modernidades

O salgadense Wanderlei Guimarães, o famoso Tatinha, é o feliz proprietário de um Ford Corcel II que trata com muito zelo. É comum vê-lo circulando pela cidade com o automóvel sempre limpo e bem cuidado. Não se cansa de divulgar aos amigos as proezas do carrão.

Dia desses o veículo precisou de umas peças novas e o proprietário se deslocou até Araçatuba para comprá-las. Ao tentar pagar a mercadoria, o dono da loja - um descendente de orientais - recusou o pagamento em cheque.

- Só aceita carton, né?

Tatinha tentou convencer o negociante dizendo que só utilizava cheque, nem carregava cartão, mas o japonês não se convencia, dizendo que talão de cheques era coisa ultrapassada e que hoje em dia todo mundo só usava cartão de crédito ou de débito em conta. Coisas da vida moderna. O jeito foi apresentar um último argumento.

- Veja só. Eu estou no meio do pasto negociando gado, o preço é bom, o gado me serve, ofereço o preço que o vendedor pediu, o boiadeiro começa a ratear e eu preciso garantir o negócio. Vou passar o cartão aonde? Na bolacha da vaca?

Sem contra-argumento, o japonês acabou aceitando o cheque.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Memória 92 (Campeonato Infanto-Juvenil 1980)


Campeonato Municipal Infanto-Juvenil (1980) - Este time disputou a final do campeonato com o Grêmio Salgadense, dirigido por Márcio Teixeira.
Em pé: Izidio, Carlos Gambi, (não identificado), João Jorge, Paulo Fantini, Miguel Fantini e Raé de Moraes (treinador). Agachados: Dui Plaza, Donizete, Jurandir Castro, Miltinho Renda, Laudemir e Cássio de Vergilio.
Ajude na identificação, mande um e-mail para o nosso EMBORNAL.
Outras fotos desse mesmo dia: o time adversário - Memória 3 (CLIQUE AQUI).  
A entrega dos prêmios - Memória 66 (AQUI).
Atualização em 16/09/2010: Ocimar Prado, o Becinha, reconheceu Laudemir, também conhecido como Nick Lauda.
(clique na foto para ampliar)
(foto: Álbum de Sandra Sonomura).

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Intervalo

A fim de atender a um convite feito pela Editora Contemplar (http://www.editoracontemplar.com.br/) de Campo Grande, nos últimos 20 dias estive impossibilitado de dar ao Proseando a atenção que merece.

Por conta disso, as postagems minguaram, pouco respondi às mensagens deixadas nos comentários ou na caixa de recados.

Hoje, porém, dei conta de entregar a encomenda, para meu alívio. Acredito que nos próximos dias retomo o andamento normal da nossa prosa.

Agradeço a compreensão de todos.

Quanto ao projeto que me tomou todo esse tempo, depois eu conto do que se trata!

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

2º Prêmio Blog Books

O Proseando está inscrito no 2º Prêmio Blog Books, promovido pela Editora Singular, e que pode transformar o blog num livro. Para isso, preciso que os amigos visitantes votem, clicando num dos selos da promoção (acima ou no canto alto à direita), e seguindo os procedimentos do link que será aberto.
Conto com a colaboração de todos. Obrigado.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Vistoria

Essa é da época em que surgiram na região as primeiras lavouras de cana-de-açúcar, embaladas pela união de diversos produtores rurais salgadenses em torno do projeto de construção da Destilaria Generalco, no início da década de 80. O surgimento do novo empreendimento tornou-se o centro das atenções dos salgadenses.

Num fim de tarde uma turma estava reunida num boteco em Nova Castilho tomando umas e outras. No meio da conversa apareceu um desconhecido falando sobre o tema com desenvoltura. Dizia ser engenheiro agrônomo especialista em doenças e pragas da lavoura canavieira e que estava na região a trabalho.

- Estou fazendo uma vistoria na cana - justificou-se.

O Professor Nardinho Toledo se interessou pela conversa.

- Acho muito bom você fazer vistoria, porque alguma coisa deve estar errada com essa cana.

- Como assim? - quis saber o agrônomo.

- É que de uns tempos pra cá com duas ou três doses eu já fico ruim...

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Memória 91 (Festa do Peão - Anos 80)

Festa do Peão (Anos 80) - Celso Trovão, Eduardo Inocêncio e Marcelo Cruzeiro, três bandoleiros salgadenses judiando do pobre burrinho do Foto Mexicano numa festa do peão nos anos 80.
(foto: Álbum de Marcelo Cruzeiro)

Gappa no bingo

Em meados dos anos 90, como prêmio à conquista de um campeonato regional de futebol amador, o dirigente João Venâncio - o famoso João Gordo - levou os atletas salgadenses para curtirem uma semana na praia.

Um ônibus lotado ancorou na praia de Pitangueiras e os boleiros se esparramaram pelas areias do Guarujá. Gappa e Instalação (Wilians de Castro e Marcelo Pereira, figurinhas repetidas aqui da nossa prosa) fizeram uma aposta: os dois teriam que sair do Morro do Maluf e ir até a praia de Astúrias (aproximadamente dois quilômetros de orla) parando em todas as barraquinhas. Em cada uma delas teriam que dividir uma cerveja e uma caipirinha. Quem arriasse primeiro perderia a aposta e teria que pagar um prêmio ao outro.

Saíram de manhã marchando pelas areias e um grupo seguiu a dupla para conferir o cumprimento do acordo. Horas depois, mais de metade do caminho percorrido, os dois trançavam as pernas mas não entregavam a rapadura. Prosseguiram até o fim e sacramentaram um empate técnico. Combinaram de deixar o desempate para outro dia.

De volta ao alojamento improvisado numa escola atacaram uma imensa panela de vaca atolada. Decidiram descansar um pouco antes de voltar à praia. Minutos depois de se deitar num colchonete, Instalação não consegiu se levantar a tempo de alcançar o banheiro. Uma mistura de caipirinha, cerveja, costela e mandioca cobriu colchões, lençóis e travesseiros da turma. O coitado do Tião Pelé teve que jogar o colchão fora e dormir o resto da semana por cima de uns panos...

No dia seguinte o Gradella convidou a turma para ir a um bingo, mas todos queriam conferir um pagode que aconteceria nas proximidades. Gradella se arrumou e saiu sozinho. Pouco tempo depois voltou rindo e exibindo ao grupo um pacote de notas. Com poucas rodadas havia embolsado um prêmio de mil reais. Ao verem o maço de dinheiro os demais se animaram e decidiram também tentar a sorte no bingo.

Minutos depois todos estavam instalados no local pedindo cartelas. O problema é que a maioria estava acostumada com o bingo da quermesse anual na Praça da Matriz de General Salgado, onde os locutores sempre cantavam as pedras com enorme paciência. Desde a época de Melentino Cardoso, Norival Cabrera, Fominha, e outros cantadores, cada número era anunciado de quatro a cinco vezes, e se algum atrasadinho reclamasse, conseguia que todos fossem mais uma vez conferidos.

No bingo guarujaense tudo era diferente, as pedras saíam em abalada carreira, não havia repetição e o apostador tinha que manter um olho na cartela e outro numa imensa tela onde a imagem das bolas sorteadas era projetada. Isso sem falar que todos estavam de cara cheia, mal compreendendo o que se passava ao redor. Depois de mais ou menos uma dúzia de bolas sorteadas o Gappa levantou as mãos e deu um grito.

Paralisou-se o sorteio, todas as atenções se voltaram para os salgadenses, uma gentil atendente se aproximou, colocou sobre a mesa um troféu indicador de prêmio, sorriu para o Gappa e perguntou:

- O senhor bingou?

- Que nada! Manda cantar tudo de novo que até agora não consegui marcar nenhuma...

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Memória 90 (Festa do Peão 1985)

Festa do Peão (1985) - Danny Sirotto, Patrícia Desidério, Cláudia do Val, Carlos José e Roberta Sirotto. Essa é dos tempos em que a Festa do Peão de Boiadeiro de General Salgado ainda era realizada no Campo da Creche. A inauguração do Recinto da Associação de Tradições Rurais, onde o evento acontece até hoje, aconteceu em 1986.
(foto: Álbum do blogueiro)

Água de Bacia

Por conta de uns compromissos que se foram enredando, a nossa prosa ficou parada por quase um mês. Parada como água de bacia, diria o caipira. Mas já vamos retomar o trilheiro.

Aproveitamos o ensejo para dar uma renovada no visual do blog, espero que os amigos visitantes aprovem as modificações.

Estive em General Salgado na semana passada revendo parentes e amigos e, como sempre acontece nessas oportunidades, surgem causos que merecem ser lembrados aqui. Dessa vez, o Pedrinho Giamatei me lembrou uma dos tempos em que jogava futebol no esquadrão Salgadense. Ele e o Edmar Prado tinham uma jogada ensaiada que fazia muito sucesso.

Um jogava de centroavante e outro de ponta-direita. Assim que o juiz sinalizava o início da partida, o ponteiro disparava à frente e o centroavante lançava a bola para ele, pegando a defesa toda desprevenida. A jogada sempre dava certo e, por algumas vezes, chegaram a marcar o gol com menos de 30 segundos de bola rolando.

Aconteceu, porém, que o time foi jogar em Buritama e, antes de iniciar o jogo o árbitro avisou ao centroavante e ao meia-direita do time salgadense que observaria um minuto de silêncio em virtude do falecimento de uma pessoa querida na cidade. Enquanto isso o ponteiro salgadense se preparava para partir em direção ao gol, esperando o lançamento e imaginando o sucesso da jogada ensaiada. Como sempre acontece nesses momentos que antecedem o início da peleja, o atleta salgadense se aquecia em movimentos clássicos de alongamento, pequenas corridas, saltos e pedaladas. Concentrado no aquecimento muscular, não ouviu o aviso sobre a homenagem póstuma que seria observada.

O juiz apítou para dar início à contagem do minuto de silêncio, todos se postaram em atitude de respeito e se espantaram quando o ponta salgadense disparou em direção à grande área do time adversário, esperando o lançamento da bola.

O juiz olhou, incrédulo, para os atacantes salgadenses que permaneciam no centro do gramado:

- Esse ponta-direita de vocês é louco ou o quê?

Dizem que o fato é verdadeiro. Só que Edmar e Pedrinho até hoje discutem e não conseguem explicar quem era o centroavante e quem era o ponta-direita do time naquela partida.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Memória 89 (Família Cruzeiro)


Família Cruzeiro (anos 90) - D. Leonor Bernabé Cruzeiro e os filhos Marcelo, Maura (Pililica), Amauri, Márcio Aurélio e Marcos.
(foto: Álbum de Marcelo Cruzeiro)

O Antídoto

Como sempre digo, muitos amigos colaboram para a sobrevivência do nosso Proseando, enviando fotos e causos. A maioria conta o fato principal e eu dou um trato no desenvolvimento do enredo. No entanto, o salgadense Leonço Barbosa de Alencar, que há muitos anos vive em Santos (SP), me mandou uma história pronta e muito bem contada, que merece ser reproduzida na íntegra.

A narrativa é do próprio Leonço:

"Fazia um calor medonho naquela tarde de domingo. Nas andanças pelos bares da vida, acabamos nos encontrando: eu, Marcola, Marçal e João Gato. Para dar um basta ao suor, decidimos tomar um banho refrescante no córrego Talhados.

Embarcamos em minha Brasília amarela (que não era só minha, pois fora comprada em sociedade com outros amigos) e rumamos para o local, não sem antes dar uma passadinha pela padaria da Vila Maria para comprar algo que nos ajudasse a refrescar a alta temperatura.

Pensamos em sorvete, água gelada, pedras de gelo e coisas tais e, na dúvida, optamos por uma quantidade razoável de latinhas de cerveja. Para completar compramos também alguns pães, uma boa porção de mortadela e, por pura precaução, caso a água do córrego estivesse muito fria, pensamos em algo para esquentar e aí veio a “boa idéia” de levar também um litro de 51.

Conseguimos uma caixa de isopor emprestada e na hora de embarcar, o Marçal cismou de comprar algumas garrafinhas de guaraná. Não entendemos nada daquele desatino, mas ele nos explicou que decidira tornar-se um homem sério, estava pensando em se casar, constituir família, e portanto havia parado de beber. Jurou por tudo o que era de mais sagrado de que falava a mais pura verdade e se não fora o grande número de pecados outrora cometidos, dir-se-ia que doravante teríamos um amigo franciscano.

Chegamos finalmente ao ribeirão, botamos calção de banho e, literalmente, mergulhamos de cabeça. Depois de algumas braçadas e muita brincadeira na água partimos para cima da munição que trouxéramos.

Eu e o Marcola, irmamente, dividimos o litro de pinga. O João Gato tomou conta da cerveja e o Marçal.... como prometera, dá-lhe guaraná !

O papo transcorria animado, passamos uma tarde agradável e melhor não foi por conta do verdadeiro enxame de borrachudos que nos atacava o tempo todo, o que nos obrigava a tomar um trago, dar uma mordida no sanduba e um mergulho na água.

Hora de voltar para casa. Recolhemos tudo e tomamos o caminho de volta.

No dia seguinte, segunda-feira, o trabalho nos aguardava. Naquela época eu o Marçal trabalhávamos na Prefeitura, eu na Contabilidade e ele no Gabinete do Prefeito Dr. Norival.

Tomei o maior susto quando o vi chegando para trabalhar. Manquitolando, com a dor estampada no rosto, os poucos cabelos em desalinho e um dos pés descalço. Se tivesse sido atropelado, provavelmente estaria com uma expressão melhor.

Perguntei o que aconteceu e ele mostrando-me o pé respondeu que o seu estado deplorável decorria por obra e graça dos borrachudos que nos atacaram no dia anterior. Realmente, dava medo olhar para o pé do rapaz. Estava totalmente vermelho, inchado e redondo, parecendo a pata de um elefante. Mesmo assim insistiu em trabalhar e como não apresentava melhora do longo do dia, resolveu ir ao hospital.

Parece piada de mau gosto, mas o fato é que a emenda ficou pior do que o soneto. Voltou de lá com a cara ainda mais feia, mancando agora das duas pernas num bailado feio e desengonçado, pois tomara uma cavalar dose de injeção na bunda.

Final do expediente, rumamos para o “point” da cidade, a lanchonete do Frota. Chegando lá quem encontramos ? Eles mesmos, o Marcola e o João Gato. Ambos bem humorados e com boa aparência ficaram espantados ao saber do ocorrido ao pobre Marçal que, apesar dos pesares, já estava bem melhor, a injeção do Dr. Kleber fora um santo remédio.

Não foi preciso muita filosofia de botequim para chegarmos à conclusão de que o álcool que havíamos ingerido ao misturar-se ao nosso sangue, servira como um verdadeiro antídoto contra o veneno dos borrachudos.

Então perguntei:

- E aí Marçal, o que você vai fazer ?

Ao que ele prontamente me respondeu:

- Caro amigo Léo, depois dessa.... SÓ TOMANDO UMA !"

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Bar Tribunal

Bar Tribunal, em São Paulo.

Nos anos 80 os salgadenses que viviam na capital paulista sempre se reuniam num restaurante chamado Recanto Goiano. Carlos Oliveira, o famoso Gauchinho, na mesma época foi dono de um pequeno bar em Pinheiros, chamado Distinto, outro ponto de encontro dos conterrâneos. Nice Perez - irmã do Gauchinho - até hoje reúne os salgadenses paulistanos no Recanto Goiano, que ainda sobrevive.

Agora surgiu uma nova opção. O salgadense Marcelo Cruzeiro é dono de um dos bares de maior sucesso na capital paulista, o Bar Tribunal. Localizado em frente ao Fórum Pinheiros o bar tem agradado ao público e à crítica especializada, batendo recordes na venda de cerveja.

Além da cerva estupidamnte gelada a casa serve petiscos de boteco, como escondidinho, iscas de picanha, purê de mandioquinha com parmesão gratinado e porção de linguiça portuguesa.


Bar Tribunal

Mapa para chegar ao Bar Tribunal (clique para ampliar)
Endereço: Rua Jericó, nº 15 (esquina com a Rua Original) - Vila Madalena - SP
Telefone: (11) 3031-7311.

Na minha próxima ida a São Paulo, vou cumprir a promessa que fiz ao amigo Marcelo e conferir de perto o sucesso do Tribunal.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Desembargador do TJSP morou em G. Salgado

Desembargador Antonio Benedito Ribeiro Pinto e sua esposa D. Irma Trentin Ribeiro Pinto.

No dia 13 de abril de 2005 o Juiz de Direito Dr. Antonio Benedito Ribeiro Pinto tomou posse como Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

O Desembargador Ribeiro Pinto formou-se em Direito em 1969 nas Faculdades Toledo de Bauru, cidade onde viveu desde a adolescência.

Antes de ingressar na magistratura foi Oficial de Justiça e Delegado de Polícia. Nesta última função atuou em General Salgado por volta de 1976. Uma de suas primeiras comarcas como juiz foi Garça e, anos depois, foi promovido a titular da 1a. Vara Criminal de Araçatuba.

Junto com os salgadenses Pedro Cervantes, Claudoir Marques, Marli Camargo e Regina Cervantes, tive a honra de ser seu aluno nas Faculdades Toledo de Araçatuba, onde por muitos anos lecionou Direito Processual Civil. O apreço pelo mestre e a admiração por sua dedicação ao ensino do direito ficaram patenteados quando decidimos escolhê-lo como paraninfo da turma.

Aos alunos salgadenses gostava de contar que quanto comandou a Polícia Civil do município morou por algum tempo na chácara do então Prefeito Francisco Assis Cervantes. Ainda tive a satisfação de conviver diariamente com o magistrado Ribeiro Pinto no Fórum de Araçatuba, primeiro como servidor, escrevente de audiências da 3a. Vara Cível; depois, como advogado.

A merecida ascenção do Dr. Antonio Benedito ao TJSP se deu após breve passagem pelo Tribunal de Alçada Paulista. Podemos dizer que se trata de um magistrado íntegro, gentil, sereno, extremamente cordial e respeitoso no tratamento destinado aos advogados e servidores, além de profundo conhecedor do Direito.

Dr. Antonio Benedito no dia da posse como Desembargador do TJSP.

Profissão Repórter



O jornalista Raphael Prado - filho do salgadense Osmar Antonio do Prado - há algum tempo pertence à equipe do programa Profissão Repórter, comandado por Caco Barcelos na Rede Globo de Televisão. Sempre atuou como Editor de Internet.

No programa que vai ao ar às 23:30 hs de hoje (18/05/2010) ele estréia à frente das câmeras.

Desejamos-lhe todo o sucesso do mundo, convocando os amigos salgadenses para prestigiarem o programa.

Raphael Prado - ao lado dos pais Maria e Osmar (Foguinho) e do tio Vilmar.
(foto: Álbum de Vilmar Prado)

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Memória 88 (Festa em 1985)


Festança 1985 - Carlos Cristante (Fininho), Vilmar Prado, Sivone Constantino, Alécio Valeze (Bazé), Lucio Fernandes, Luciana dos Santos e Gilmar Prado.
(foto: Álbum de Verinha Iannela)