quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Memória 67 (Matinê do Carnaval 1977)

Carnaval 1977 - O tradicional bloco infantil feminino organizado por Dona Sibeli Pedrazzoli Sales animava as matinês do Salgadense Esporte Clube. Algumas pessoas identificadas na foto: Cristiane Neves, Célia Desidério, Alessandra Mendonça, Paula Mendonça, Samanta Ramos (o bebê, no alto), Roberta Bernabé, Rita Sales, Claudia Afonso e Luciana Barbosa.
Outras salgadenses que participavam do bloco: Cláudia e Cleire de Almeida, Priscila Cabrera e Sibelinha Sales.
(foto: Álbum de Samanta Ramos)

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Milicianas

Nos anos 1970 existia um pequeno efetivo da Polícia Militar em General Salgado e que só possuía duas viaturas, se não me falha a memória: um fusquinha chamado de Baratinha e uma perua Kombi pintada de preto-e-branco, vulgarmente chamada de Corintiana.

Ficou famoso na época o time da PM que disputava os Campeonatos de Futebol de Salão do Salgadense Esporte Clube, onde jogavam Rubens Costa, Fernando, Laurício Poloni e Caruaru. Outros policiais daquela época: José Carlos de Oliveira (Zezinho Soldado), Oswaldo Stefanini (Patchaco), Toninho Cortonezzi, Sargento Waldir Públio de Souza, Cabo Eurípedes.

O Cabo Eurípedes Pereira de Albuquerque ficou conhecido por que, de vez em quando, mandava recolher alguns bêbados que ficavam perambulando pelas ruas da cidade, retendo-os na cadeia até que passasse a bebedeira.

Os mais resistentes e inconformados, que chegavam a danificar a viatura com chutes e pontapés sempre levavam umas bordoadas a mais.

Numa destas ocasiões, a fim de aumentar o castigo, o Cabo Eurípedes determinou que um cidadão só fosse liberado depois de capinar o páteo da Delegacia. Deram-lhe uma enxada para a empreitada.

Horas depois o policial voltou à Delegacia para conferir o serviço e avistou o rapaz ainda com cara de ressaca e puxando a enxada com má-vontade.

- A enxada não está boa? – perguntou o miliciano.

- A enxada é boa – respondeu o pau d’água – o cabo é que não presta...

Por conta da resposta o abusado ficou mais uns dias gozando da hospitalidade da casa.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

É FESTA! 2

Mulheres em festa - Mila Garcia, Fabíola Belletti, Ecléia Fantini, Susana Marques e Dedeca Longo Fantini. Essas meninas são animadas desde que cursavam - juntas - as primeiras séries da EE Angelo Scarin, há alguns anos atrás.
(foto: Álbum de Dedeca Fantini)

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Água de Moringa 2

O Proseando... foi selecionado pelo site Veja@Blog para figurar na lista dos melhores do Brasil.
Uma grande honra.
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Dário Dutra
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Agradecimentos especiais aos frequentadores e colaboradores do blog.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

É FESTA! 1

Tilapinha, Gappa, Gustavo Prado, Instalação, Negão, Marcelus Fantini, Valmor Cabrera, Marquinhos Secches e Márcio Teixeira.
(foto: Álbum de Alex Galhardo)


Os salgadenses formam uma espécie de gente extremamente festeira.

Dois amigos se encontram e abrem uma cerveja. Assim que o terceiro chega, vira festa.

Inauguramos hoje aqui no blog uma seção que pretende mostrar salgadenses em festa. Pode ser festa antiga ou festa nova, não importa o tipo de comemoração, pois o que o salgadense melhor sabe fazer é inventar festa sem motivo.


Mande suas fotos para o nosso embornal, teremos prazer em publicá-las aqui. Não se esqueçam de identificar os retratados.

E viva a vida!

Coisas de Luísa

Aos quatro anos de idade Luísa nos surpreende a cada dia com sua capacidade de observação, sua memória fotográfica e, principalmente, seu senso de humor.

É capaz de algumas tiradas e observações engraçadíssimas. Desde que aprendeu a falar, movida pela curiosidade comum a todas as crianças em fase de aprendizagem, tem nos surpreendido e alegrado.

Com aqueles amigos mais frequentes, mantém uma proximidade capaz de algumas liberdades. Basta chegarmos ao Posto de Combustíveis do Mané Bernabé, por exemplo, para que comece a brincar com o Mané, chegando até a algumas provocações, esperando, certamente, que ele entre na brincadeira, o que normalmente acontece.

Tem o hábito de me pedir que lhe conte histórias dos meus tempos de criança. Vive me perguntando se os meus amigos salgadenses que ela conhece hoje também eram meus amigos naquela época.

Ontem mostrei-lhe a foto estampada na postagem "Memória 66" aqui no blog, onde apareço ao lado dos amigos Mineirinho e Mané Bernabé. Eu e Mané seguramos os troféus da premiação.

Luísa analisou a foto e logo observou:

- Papai, parece que o Mineirinho não gostou que você recebeu o troféu!

- Por que você diz isso minha filha? - indaguei.

- É que pela cara ele não tá muito contente não...

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Memória 66 (Estádio P. Possetti 1980)

Estádio Paulo Posseti (1980) - Premiação de um campeonato regional infanto-juvenil vencido pelo Grêmio Desportivo Salgadense. O primeiro da esquerda ainda não foi identificado. Os demais são: Paulo Fantini, Oswaldo Marques Jr (Mineirinho), Carlos José, Raé de Moraes, Mané Bernabé e Cássio de Vergilio (atrás).
Quem reconhecer o primeiro da esquerda, favor mandar uma mensagem para o nosso embornal.
(foto: Álbum do Blogueiro)

Dona Geni x Gappa

Existem algumas datas festivas nas quais os salgadenses que moram longe não deixam de visitar a cidade. Acho que as mais concorridas são o carnaval e a Festa do Peão, esta última acontecendo – há mais de 20 anos – nos meses de julho.

Algumas Festas do Peão deixaram marcas na história da cidade, como, por exemplo, uma em que a arquibancada ruiu, deixando muitas pessoas lesionadas. Foi num dos primeiros anos no novo recinto e a repercussão negativa do fato levou a Associação de Tradições Rurais a envidar esforços para a construção das arquibancadas definitivas, em alvenaria.

Em 1986 o evento se deu pouco mais de um mês depois do falecimento de vovô Braz Firmino e a homenagem a ele prestada pela Associação nos tocou profundamente. Aliás, a meu ver, as merecidas homenagens que a Associação presta para aqueles desbravadores que nos deixaram constitui um dos pontos altos do evento, que deve ser utilizado para a valorização das nossas coisas do interior, da nossa cultura, da nossa gente, e também, para mostrar às novas gerações que aqueles que as precederam lutaram com suor no rosto para construir tudo o que hoje temos em nossa comunidade.

Durante os dias em que acontece a Festa do Peão de Boiadeiro, há pelo recinto um misto de festa e congraçamento, eis que os reencontros são inevitáveis. Amigos que se revêem uma vez por ano aproveitam para matar as saudades, colocar as novidades em dia, apresentar as novas namoradas, mostrar os filhos que vão crescendo, coisas assim.

Para ampliar o tempo de convívio destes reencontros, de vez em quando reunimos uma pequena turma para um churrasco no sábado durante o dia. Alguns dos encontros aconteceram no sítio do meu sogro Zé Ramos, no Córrego do Gabriel.

Nas oportunidades em que foi possível reunir o grupo em nosso terreiro, eu e minha amada Samanta posamos de anfitriões e assumi com imensa satisfação o comando da churrasqueira. Como quase todo mundo mora fora, ajustamos previamente a divisão das tarefas com os demais.

As mulheres se encarregaram dos drinks (caipirinhas e batidas), dos pães e molhos. Elegemos uma dupla para cuidar da cerveja e do gelo, outra para preparar o local. Não abro mão de escolher pessoalmente tipos e peças de carnes, calcular as quantidades, salgar, espetar, levar às brasas e ficar vigiando até o ponto ideal.

Preciso abrir um parêntese para contar – ainda que imodestamente - que sempre deixo o ponto alto da festa para depois das quatro horas tarde, quando ofereço uma costela que ficou tomando calor de fogo desde o meio dia. Tem gente que toca gaita com os ossos...

Meu parceiro de preparativos sempre foi o Gappa, o velho Willians de Castro, de tantas aventuras. Depois das compras partimos direto para o sítio, abrindo a primeira cerveja do dia antes mesmo de acender a churrasqueira. É que o primeiro fogo deve ser o do churrasqueiro...

Aproveito para contar que eu, Gappa e o amigo Zé Iannela, dividimos por muitos anos o troféu de “Últimos dos Moicanos”, pois todos da nossa turma de adolescentes estavam casados e nós fomos ficando para trás, defendendo com teimosia a bandeira do celibato. Entreguei os pontos para Samanta e passamos a cobrar os outros dois. Anahí Melo conseguiu fazer com que o Zé Iannela não passasse de 2003 e o Gappa continua com bandeira na mão, prometendo que não passa do ano que vem. Mas qual ano que vem companheiro?

Apesar disso ele não perde o pique, está em todas as festas, de vez em quando vai para a capital reencontrar os salgadenses-paulistanos, emenda uma festa atrás da outra e, nestas oportunidades, nem dorme. Durante a festa do peão então, deixa para dormir uns dois ou três dias depois. A vasta cabeleira branca de Dona Geni, sua mãe que infelizmente já nos deixou, tinha um único motivo chamado Wilians Carlos de Castro.

Pois bem. Numa das vezes em que combinamos o churrasco, na sexta-feira à noite todo mundo se encontrou durante o rodeio para a divisão das tarefas. Os últimos viajores chegaram de madrugada e antes de dormir ainda deram uma passadinha no recinto para conferir os detalhes da festa.

Mesmo tendo ido para a cama por volta de quatro da matina, levantei-me no sábado pela manhã e parti para a cidade atrás das coisas do festejo. Quando apontei na praça defronte ao cemitério notei movimento no Velório Municipal, parei alguém para descobrir quem seria o salgadense que teria viajado fora-do-combinado. Para minha tristeza o finado era o Baianão, filho da Mariona Preta, personagens de histórias aqui contadas.

Então me pus a recordar, com tristeza, que Baianão fora meu companheiro de peladas pelos campinhos esburacados da cidade, lembrei-me da vaquinha que fizemos para comprar-lhe chuteiras indesejadas, pois aos quinze minutos de jogo ele as jogava para o lado e seguia descalço entortando os adversários. O coitado não tinha dinheiro nem para comprar uma sodinha e, quando viajava com a gente para jogos contra os times das redondezas, dividíamos suas despesas. (CONFIRA AQUI)

Lembrei-me ainda que costumava revê-lo todo ano durante a Festa do Peão e ele sempre me filava umas cervejas. Revi uma cena passada um ano antes, quando sequer esperei que ele me pedisse para pagar-lhe uma gelada, ao encontrá-lo acompanhado do Serginho Preto, outro atleta daquele esquadrão. Rimos bastante quando os dois lembraram que na minha infância salgadense a turma me chamava de Carlinhos da Cotesp, porque minha casa era ao lado da sede da antiga empresa telefônica.

Remoendo as lembranças e a tristeza por ver partindo alguém que conheci de perto, ainda mais sabendo a vida difícil que ele teve, parei em frente à casa do Gappa e, antes de chamá-lo percebi Dona Geni sentada numa cadeira de alpendre, absorta em suas idéias, compenetrada, ar de preocupação e inconformismo. Chamei-lhe a atenção:

- Dona Geni, o Gappa taí?

Ela se levantou num salto e disparou na minha direção a causa de suas inquietações:

- O Baianão... O Baianão!

Surpreso, respondi-lhe que já sabia do acontecido. Pensei até que ela queria dizer que o Gappa já havia saído e teria ido ao velório. Mas ela continuou inquieta:

- O Baianão morreu de tanto beber!

Cheguei a pensar que ela estivesse variando um pouco. Eu queria notícias do Gappa, tínhamos um monte de coisas para fazer, e ela respondia às minhas perguntas com outro assunto, com algo que não tinha a ver com minha presença. Não entendi por que, inquirida sobre o destino do filho, me vinha ela com aquela preocupação sobre a morte do Baianão. Só quando perguntei de novo se o filho ainda estava dormindo foi que ela me esclareceu o tamanho de sua preocupação:

- Aquele safado chegou seis horas da manhã com a cara cheia e já saiu de novo. Desse jeito vai morrer que nem o Baianão!!!

Mas o desespero dela de nada adiantou. O danado bebeu o dia inteiro no nosso churrasco e ainda emendou a noite toda na Festa do Peão.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Novas Gerações 2

Bianca - Nasceu no dia 26/01/20-09, nos Estados Unidos, mais uma neta do médico salgadense Kleber Santana Sales. Bianca veio juntar-se aos irmãos João Hugo e Matthew. Parabéns do blog a Rita e seu marido Vini.
(foto: Álbum de Rita Pedrazzoli Sales)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Memória 65 (Nova Castilho, 1964)

Nova Castilho (25/07/1964) - o primeiro da esquerda é Leonardo Galhardo, que por muitos anos foi empregado João Firmino Marques. De chapéu branco aparece José Garcia Junior, o Zé Martelo. À frente dele está Severino. Todos antigos moradores de Nova Castilho.
No canto direito aparecem Luiz Marques Neto e Wilson Gonçalves (de chapéu). Clique na foto para ampliar.
(foto: Álbum do blogueiro)

Mauro Castilho 3

Mauro, Zilma e os filhos viviam em Santa Catarina quando a filha mais velha, Lilian (a Pity) decidiu se casar. A mãe impunha algumas restrições com as quais o pai não concordava:

- Zilma, deixa de implicar com esse casamento! Se a Pity quer casar, que case. Se a Lígia e a Luciana também quiserem se casar, tudo bem. E se Deus quiser e ajudar que a Lara arrume um casamento, que se case também!

Minutos depois todos se juntaram para o almoço e a Lara apareceu chorando. O pai quis saber quem teria causado aquele transtorno à filha, até que a caçula conseguiu relatar o motivo da tristeza:

- Eu tô chorando por que meu pai disse que eu só vou me casar se Deus ajudar, buááááá...

Anos depois, noutra reunião de família: os filhos estavam casados, com exceção da Lara, que ainda cursava o ensino médio. Mauro se vangloriava pelo fato dos genros serem todos torcedores do São Paulo Futebol Clube, assim como ele. De repente ele anunciou:

- Se a Lara se casar pode ser até com um corintiano!

Anos depois, quando Lara se casou com Cleiton, torcedor do Internacional de Porto Alegre, ele andou comemorando pelos cantos:

- Melhor que corintiano!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Começar de Novo

Caminheiros, companheiros de jornada,

No início de mais um ano, é importante sabermos renovar forças e esperanças.

Como num rito de passagem, este é o momento em que podemos nos reciclar, estabelecer novas metas e transformar a nossa vida.

Neste novo começo, espero que continuemos caminhando juntos.

Avante.


COMEÇAR DE NOVO (Emmanuel)

"Erros passados, tristezas contraídas, lágrimas choradas, desajustes crônicos!... Às vezes, acreditas que todas as bênçãos jazem extintas, que todas as portas se mostram cerradas à necessária renovação!... Esqueces-te, porém, de que a própria sabedoria da vida determina que o dia se refaça cada amanhã.

Começar de novo é o processo da Natureza, desde a semente singela ao gigante solar. Se experimentaste o peso do desengano, nada te obriga a permanecer sob a corrente do desencanto. Reinicia a construção de teus ideais, em bases mais sólidas, e torna ao calor da experiência, a fim de acalentá-los em plenitude de forças novas.

O fracasso visitou-nos em algum momento e tenta-me impedindo a elevação, mas isso não é motivo para desgosto e autopiedade, porquanto, freqüentemente, o malogro de nossos anseios significa ordem do Alto para mudança de rumo, e começar de novo é o caminho para o êxito desejado.

Temos sido desatentos, diante dos outros, cultivando indiferença ou ingratidão; no entanto, é perfeitamente possível refazer atitudes e começar de novo a plantação da simpatia, oferecendo bondade e compreensão àqueles que nos cercam.

Teremos perdido afeições que supúnhamos inalteráveis; todavia, não será justo, por isso, que venhamos a cair em desânimo.

O tempo nos permite começar de novo, na procura das nossas afinidades autênticas, aquelas afinidades suscetíveis de insuflar-nos coragem para suportar as provações do caminho e assegurar-nos o contentamento de viver.

Desfaçamo-nos de pensamentos amargos, das cargas de angústia, dos ressentimentos que nos alcancem e das mágoas requentadas no peito! Descerremos as janelas da alma para que o sol do entendimento nos higienize e reaqueça a casa íntima.

Tudo na vida pode ser começado de novo para que a lei do progresso e de aperfeiçoamento se cumpra em todas as direções. Efetivamente, em muitas ocasiões, quando desprezamos as oportunidades e tarefas que nos são concedidas na Obra do Senhor, voltamos tarde a fim de revisá-las e reassumi-las, mas nunca tarde demais".


(Do livro "Alma e Coração", de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito de Emmanuel)

(mensagem que recebi da amiga Silvia Nascimento, da OAB-MS)

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Festa Tricolor

Nos anos 70 surgiram em General Salgado as primeiras comemorações públicas dos torcedores de futebol. Em 1977 os corintianos celebraram pelas ruas da cidade o término do jejum de 24 anos sem títulos. Em 1978 os santistas também festejaram a conquista do campeonato paulista, como aliás, já contei aqui antes (clique aqui).

Em 1980, quando eu tinha 15 anos de idade, participei da primeira carreata que os são-paulinos fizeram pela cidade. Mas o cortejo era pequeno, tinha apenas cinco veículos: um fusquinha vermelho do João Cunha, uma Brasília branca do Professor Yano, um Corcel verde do Zé Frota, um Corcel bege do meu pai, Domingos de Almeida, e para fechar o grupo, o caminhão do Sr. Roberto Japonês (Tomio Otsuki) e sua ensurdecedora buzina.

No interior destes veículos havia um grupo de crianças: Josemar, Nilton e Sandimar Cunha; Kenzo e Shizuo Yano; eu e meus irmãos Cleber, Cláudia e Cleire; Leandro, Fabiano e Carlos Otsuki.

A cidade contava com outros ilustres tricolores: Tião Pelé, Dr. Joãozinho Moreira, Dr. Nelson Seraphim, Chico Inocêncio, Emílio De Vergilio, os irmãos Ditinho, Toninho e Nera de Almeida, e outros que a memória não alcança.

De lá para cá a torcida tricolor cresceu muito, e pude testemunhar este fato ao participar, no dia 20 de dezembro próximo passado, da festa de comemoração do sexto Campeonato Brasileiro conquistado pelo São Paulo Futebol Clube.

Fiz questão de levar minha filha Luísa, que adorou a festa. Foi uma emoção reencontrar velhos e queridos amigos salgadenses.

Luísa adorou a festa.

Preparativos para a carreata.

Quatro quarteirões da Avenida Diogo Garcia Carmona ficaram tomados pela carreata.

Depois da carreata houve um churrasco de confraternização.

A torcida jovem fez a festa.

Carlos Otsuki, Cal e Luísa.
(28 anos depois da primeira carreata, comemoramos juntos mais uma conquista do tricolor paulista)

Tião Pelé, João Cunha, Professor Yano, Cal e Luísa.
(Três dos mais tradicionais tricolores de General Salgado)

A democracia do blog nos permite assegurar aos salgadenses torcedores de outros clubes, que teremos o maior prazer de publicar aqui as fotos das festas que eventualmente realizarem na cidade para comemorar suas conquistas.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Atualidades

Cal e Maite

Samanta, Luísa, Maite, Bisa Alivina e Bisa Arandira Marques.

Aguardamos desde o início de dezembro, em General Salgado, a chegada da Maite. A mais nova integrante da família chegou ontem (18/12), pesando 2,650 kg, medindo 44,5 cm. Muito linda e saudável, graças a Deus.
Vamos aproveitar e curtir as férias aqui na terrinha.
Por este motivo, o Proseando vai economizar nas postagens.
No final de janeiro/2009 retomaremos as histórias e os personagens salgadenses.
Quem quiser aproveitar o ensejo, pode mandar suas fotos e histórias. Sendo o caso, como estou aqui em Salgado, posso buscar as fotos, escanear e devolver no mesmo dia.
Feliz Natal a todos.
Um 2009 pra lá de bom. Bom demais da conta!
Carlos José e família

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Memória 64 (Salgadenses no Guarujá)


Salgadenses no Guarujá (SP) - Anos 1980 - (não reconhecido), Sonia Martinez, Marcos Gasques, Marcos Ulian, (não identificado), Marcelo Cruzeiro e Dinoel Marques.
Agachados: Raul Alves, Ana Ferraz Liebana, Neide da Silva, Filó Iannela, Vera Iannela e Gilberto Graça.
(foto: Álbum de Marcelo Cruzeiro)